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Trupe Palhaços Curativos visitam pacientes

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Na manhã desta quinta-feira (02), a Trupe Palhaços Curativos fez das clínicas de internação o picadeiro para trazer brincadeiras e palavras de bom ânimo ao respeitável público em tratamento contra doenças graves, no Hospital Ophir Loyola. Os artistas compartilharam alegria, distribuíram abraços apertados, despertaram sorrisos e transformaram o ambiente hospitalar.

Foto: Ascom / HOL

O grupo surgiu há quatro anos, idealizado por Isadora Lourenço, durante o Trabalho de Conclusão de Curso de Teatro apresentado na Universidade Federal do Pará.  Isadora apaixonou-se pela Palhaçaria e resolveu desenvolver um projeto voltado para os hospitais públicos. A trupe iniciou de forma tímida com apenas seis integrantes e hoje conta com mais de 40 voluntários que exercem diferentes profissões como medicina, fisioterapia e publicidade.   

“Temos mais dois projetos, ‘Palhaços na Rua’ direcionado a pessoas em situação de rua e ‘Rio de Risos’ para levar peças teatrais e assistência médica às comunidades ribeirinhas. É um trabalho que muda a forma de ver o outro.  Nós doamos amor, afeto e recebemos muito carinho”, informou a estudante de designer, Maiana Lourenço, 20 anos.

Foto: Ascom / HOL

Simone Teixeira, 47 anos, passou pela retirada de um tumor na hipófise (uma glândula endócrina localizada na base do cérebro), e ficou quase um mês internada até receber a alta médica, hoje. “Eu sou uma pessoa animada e acho importante os momentos de descontração dentro do hospital, traz uma energia boa. Passamos muito tempo longe do nosso lar, com muitas preocupações e longe das pessoas que amamos”, disse.

A psicóloga Patricia Melo explica que as atividades de humanização colaboram não só com o processo terapêutico do paciente, mas melhora a qualidade dos serviços de saúde prestados. “As ações lúdicas são de extrema importância para os pacientes e acompanhantes, pois proporcionam bem-estar, integração, ajudam a reduzir os efeitos emocionais da internação como a ansiedade e o estresse e contribuem com um ambiente mais agradável”, disse. 

Por Leila Cruz