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Ophir Loyola orienta sobre medidas de controle da infecção hospitalar

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Brasil
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O Hospital Ophir Loyola realizou nesta segunda-feira (13), um evento alusivo ao Dia Nacional de Controle à Infecção Hospitalar, celebrado no dia 15 de maio. A programação alerta sobre as medidas de prevenção e pequenos cuidados de higiene, como uma simples lavagem de mãos que pode evitar 70% dos casos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). A manhã científica trouxe reflexões sobre ações para reduzir a incidência e a gravidade dessas infecções e um show de talentos, no auditório Luiz Geolás.

A Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) apontou que por ano, em média, são registradas mais de 100 mil vítimas fatais de infecções hospitalares no Brasil. A infecção hospitalar é caracterizada por qualquer infecção adquirida após a internação do paciente ou mesmo após a alta, quando estiver relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares. Esse evento adverso pode acometer pacientes de todas as idades, sendo causado por bactérias, fungos, vírus e protozoários quando há uma interação entre esses agentes e o paciente, ocorrendo através de outras pessoas ou objetos contaminados.

Para a implementação de medidas mais eficazes, o Ophir Loyola participa do programa de redução de infecção na corrente sanguínea, associada ao uso de cateter venoso, pneumonia associada à ventilação mecânica e infecção do trato urinário, do projeto nacional “Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil”, do Ministério da Saúde. Um novo projeto já está em curso para avaliar o impacto clínico das infecções por microrganismos resistentes a antimicrobianos em pacientes internados Unidades de Terapia Intensivas do Brasil.

A Comissão de Controle à Infecção Hospitalar (CCIH) do hospital realiza a vigilância epidemiológica e a vigilância microbiológica diariamente, principalmente nos locais mais suscetíveis, como a unidade de terapia intensiva. Segundo a coordenadora Ilce Menezes, o diagnóstico é apoiado em manifestações clínicas, laboratoriais e de imagem. “Os profissionais de saúde, pacientes e visitantes devem evitar adornos, assim como lavar as mãos corretamente, antes e após o contato com os pacientes, evitar sentar nos leitos, dentre outras medidas que previnem o contágio”, informou.

As principais infecções são aquelas em que os pacientes são submetidos à algum procedimento invasivo que quebra com as barreiras naturais de defesa do organismo, como a utilização de sonda vesical, introdução de cateter venoso central ou paciente entubado submetido à ventilação mecânica. “Hoje são desenvolvidos pacotes de medidas para que esses procedimentos sejam realizados somente em casos extremos, com protocolos bem definidos para minimizar o risco de infecção”, enfatizou Ilce Menezes.

Qualquer pessoa que esteja internada fica vulnerável a contrair uma infecção hospitalar, por isso a programação também informou de forma lúdica, por meio de um vídeo explicativo a respeito da importância da lavagem das mãos e um show de talentos, sobre os cuidados que devem ser tomados para garantir um ambiente hospitalar mais seguro para os usuários.

 

Por Leila Cruz